Ciúmes sim.
Dos dias, das horas.
Do ar que inevitavelmente respiras.
Dos dias, das horas.
Do ar que inevitavelmente respiras.
Pois eu queria ser esse ar, para que mais nada entrasse dentro de ti.
Dos raios de sol que acariciam a tua pele e me enfurecem.
Dos raios de sol que acariciam a tua pele e me enfurecem.
Pois se apoderam de ti sem que possa evitar, e apenas eu deveria te acariciar.
Das gotas de chuva que molham a tua pele e a toalha que em seguida te toca.
Das gotas de chuva que molham a tua pele e a toalha que em seguida te toca.
E eu aqui, sem conseguir evitar.
Ah, ciúme...
Dos pensamentos que não partilhas comigo, de um sonho que o teu coração possa ocupar.
Das pedras do chão e da calçada pela qual passas sem parar.
Ciúme do sol, do mar e da lua, de tudo o que possas gostar.
Ciúme, este ciclo vicioso que não consigo controlar.
Ah, ciúme...
Dos pensamentos que não partilhas comigo, de um sonho que o teu coração possa ocupar.
Das pedras do chão e da calçada pela qual passas sem parar.
Ciúme do sol, do mar e da lua, de tudo o que possas gostar.
Ciúme, este ciclo vicioso que não consigo controlar.

